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Tudo o que me perguntam antes de dizer sim

Na página inicial estão as seis que mais pesam na decisão. Aqui está o resto, incluindo as objeções que oiço de quem ainda nem tem a certeza de que precisa de site.

Antes de decidir

Perguntas frequentes

Prazo, preço, propriedade do site, domínio e alojamento.

Ficou com outra dúvida? Escreva-me no WhatsApp, normalmente respondo no próprio dia.

Na maioria dos casos, sim, e começa por perceber porquê. As causas mais comuns são simples: o site não diz ao Google o que o negócio faz nem onde fica, não está ligado à ficha de empresa, a ficha do Google está incompleta, ou o site demora tanto a abrir no telemóvel que as pessoas desistem antes de ver. Analiso o site e o perfil do Google e mando-lhe um relatório escrito com o que está bem, o que está a falhar e o que dá para corrigir. Esse relatório é grátis. Não prometo primeiro lugar a ninguém, porque isso não depende de mim, mas digo-lhe com franqueza se vale a pena mexer ou se o problema é outro.

Ainda não tem a certeza?

As dúvidas mais comuns, sem rodeios

Se está a pensar em alguma destas coisas, não é só você. São as perguntas que mais ouço antes de alguém dizer sim.

«Já tenho site e não me trouxe nada.»

Ter site e ser encontrado são coisas diferentes. Muitos sites são bonitos e não estão preparados para a pesquisa: sem os títulos certos, sem ligação à ficha do Google, lentos no telemóvel. Diga-me o endereço e digo-lhe o que está a falhar, mesmo que decida não fazer nada a seguir.

«Já vivo bem sem site.»

Pode ser. Mas quem procura o seu negócio antes de o conhecer, procura primeiro no Google, e se não o encontra lá, vai para o concorrente que aparece. Não é sobre precisar, é sobre não perder quem já estava a decidir vir ter consigo.

Quanto custa, ao certo?

Um site institucional começa nos 150€, pagos uma vez. Antes de qualquer trabalho digo-lhe o valor exato, e é esse que fica na fatura. Se o que precisa custar mais do que isso, também lho digo, mesmo que a resposta o faça desistir.

Porque é que é tão mais barato do que uma agência?

Porque sou uma pessoa só. Não tenho escritório para pagar, nem comerciais, nem gestor de projeto, nem reuniões de equipa a somar horas à fatura. Fala comigo, é a mesma pessoa que constrói o site e que lhe responde depois. O que uma agência cobra a mais não é só margem, é a estrutura que tem por trás. Como não tenho essa estrutura, o preço é este, e o site fica seu na mesma.

Não percebo nada de tecnologia. Isso é problema?

Não precisa de perceber. Envia-me fotografias e informação pelo WhatsApp, eu trato de tudo o resto e mostro-lhe o site pronto antes de ir para o ar. Se houver alguma coisa que não goste, mudo antes de publicar.

Já fui enganado por quem prometia resultados.

Percebo. Há muita gente a vender promessas que não sabe cumprir. A diferença aqui é verificável antes de me pagar: vê o site pronto antes de ser publicado, o domínio é registado em seu nome e os acessos são seus desde o primeiro dia. Se um dia quiser trabalhar com outra pessoa, leva o site consigo.

«A minha empresa já tem clientes. Para que preciso disto?»

Se já tem clientes, o site não é para os ir buscar: é para não perder os que já estavam a caminho. Alguém que ouviu falar de si vai procurar o nome no Google antes de ligar. O que encontra nesse momento decide se liga ou se procura outro. É esse instante que estamos a tratar, não a angariação.

«Não tenho fotos boas do meu negócio.»

Não é preciso ter fotos profissionais para começar. Tiramos partido do que já tem no telemóvel, e se fizer falta, digo-lhe exatamente o que fotografar. É mais simples do que parece.

Não é preciso perceber de tecnologia para começar esta conversa. Explico eu.